Sábado, Dezembro 19, 2009

Bolha

Só para registrar: Em 09 de dezembro de 2009, teve início a experiência na bolha. Eye of the tiger, baby. Primeiro contratempo: aniversário de um grande amigo. Uma escolha difícil a ser feita, mas no final, a força de vontade prevaleceu. Nem me lembro quantas horas esse primeiro dia rendeu, acho que foram umas duas. Mas ali se iniciou a saga e agora, 10 dias depois, o auto-pacto vem sendo mantido. O objetivo continua distante, mas, agora, há uma efetiva tentativa de caminhar na direção dele.

E não, isso aqui não foi escrito para qualquer outra pessoa entender.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

A luta

A luta para ser feliz é a mais difícil de todas. Primeiro porque a gente não devia nem lutar para ser feliz, porque luta não parece combinar muito com felicidade. Depois, porque mesmo quando a gente está ganhando, ainda fica com a leve impressão de que, de alguma forma, pode estar perdendo. E também porque a felicidade costuma vir a conta-gotas, em pequenos espasmos, em momentos quase imperceptíveis que, muitas vezes, acabam passando desapercebidos mesmo.

A luta para ser feliz acaba deixando a gente infeliz.

Mas a felicidade deve ser mesmo uma invenção brasileira, porque ela não desiste nunca.

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Segunda-feira, Outubro 19, 2009

A propósito

Já que eu voltei a escrever, saibam: menti sobre Noronha quando escrevi o post anterior dizendo que voltaria a ele em breve. Menti feio. Provavelmente nunca mais vou escrever sobre aquilo.

Quanto tempo, hein?

Quando resolvi entrar hoje no meu blog, não tinha a menor noção de há quanto tempo não postava. Sabia que era muito. Mas um ano?? Ok, não um ano exato. Mas quase. Sete anos de blog e o abandono quase que completo. Para onde foi a minha criatividade, ou, pior, a minha vontade? Vai saber. Acho que como Mariana dizia dia desses, o curso de direito acaba com a imaginação da pessoa. Trabalhar na área então, pior ainda. O condicionamento para pensar nos processos, ser pragmático e, infelizmente, ter que ler muita coisa jurídica e pouco do que se gostaria de verdade, acaba tirando a inspiração da pessoa. Claro que isso não é desculpa: Tem uma porrada de advogados que escrevem fora da área, muito bem obrigado e melhor do que eu jamais vou: seja no direito, seja fora dele que é onde realmente importa.

Fica difícil escrever também porque não tenho interesse de apresentar textos catárticos ao grande público - maneira de falar, obviamente, somente pelo fato de que qualquer pessoa que assim deseje pode ler este blog, embora ninguém, de fato, o leia.

Muita coisa aconteceu nesse um ano. Mas como faz um bom tempo que eu não uso isso aqui para falar da minha vida e não pretendo voltar à história de Noronha, falta o que escrever, já que a criatividade que aqui um dia residiu, ainda que pequena, bateu asas, voou, arrivederci, au revoir, bye bye e tchau, I have to go now.

Como diz uma música que eu já ouvi, é triste mas eu não me queixo.

Sexta-feira, Outubro 31, 2008

Some books

Bom, depois das considerações do post anterior, na tentativa vã de salvar esse blog do abandono, vamos a uma postagenzinha.

Aqui vão os livros que eu li esse ano e um pouco de cada um:

1. A história da humanidade através da biografia.
Autor: Henry Thomas.

Nem vá atrás desse livro na livraria cultura, na saraiva megastore, fnac ou algo que o valha. A edição que eu tenho, da década de 80, foi presente da minha irmã e comprado no sebo. Simplesmente, acredito que não seja mais editado. A minha cópia é uma reimpressão da edição do livro de 1938!! Trata-se de um livro brilhante. O autor passa pela história da humanidade, da antiguidade de buda, confúcio, até os dias que antecederam a segunda guerra mundial, falando mesmo de hitler e mussolini, baseado nas pessoas importantes de cada época. O autor, ao contrário da maioria dos historiadores, se posiciona sobre as figuras que descreve, de forma excepcional. Um livro imperdível.

2. Numa Fria
Autor: Charles Bokowski

Livro de um dos meus autores favoritos, mostra "o velho safado", como Bukowski é conhecido, em várias situações hilárias, como, aliás, é habitual em seus livros. Edição pocket, baratinha, da L & PM Editores. Vale bastante a pena. Se não conhece o autor, leia, primeiro, notas de um velho safado ou "a mulher mais bonita da cidade e outras histórias".

3. O mundo assombrado pelos demônios.
Autor: Carl Sagan.

Uma defesa apaixonada da ciência e da razão. Para ateus, como eu ou mesmo para quem gosta de um discurso coeso e racional, Sagan mostra como a ciência não traz todas as respostas, mas ainda é o melhor que temos. Destaco em especial o capítulo do dragão na garagem, que mostra como o sobrenatural se sustenta somente baseado em argumentos de autoridade e nada, mas nada mesmo que seja factível.

4. Não se pode amar e ser feliz ao mesmo tempo.
Autor: Nelson Rodrigues.

O Anjo Pornográfico, aqui, assume o papel de Myrna, conselheira sentimental de um jornal carioca, que responde às perguntas de suas leitoras. São crônicas brilhantes de Nelson Rodrigues, mostrando a realidade do amor como nem sempre gostaríamos que fosse, mas como sabemos que é.

5. O Livro das vidas - obituários do New York Times.
Organização: Matinas Suzuki Jr.

Talvez o mais surpreendente do ano. Obituários selecionados do New York Times, especialmente de pessoas quase famosas. Como assim? Pessoas que fizeram coisas realmente magníficas, mas não eram conhecidas. Vida fabulosas, leitura imperdível.

6. A Trilogia de Nova York.
Autor: Paul Auster.

Paul Auster é escritor de Nova York. Nessa trilogia, as histórias são instigantes, misteriosas e envolventes. Me parece um bom livro para conhecer o estilo do autor.

7. Se um viajante numa noite de inverno.
Autor: Ítalo Calvino.

Acho que Calvino é meu segundo autor favorito (logo atrás de J. D. Salinger). Na minha opinião o escritor mais criativo do mundo, nesse livro ele trás uma história sobre o ato de escrever histórias. Partindo da premissa de um livro inacabado, Calvino nos brinda com diversas histórias possíveis, cada uma representando um gênero de romance. Fantástico do começo ao fim. Imperdível. Pare de ler esse post e vá comprar agora mesmo.

8. Factótum
Autor: Charles Bukowski.

Olha ele aqui de novo. Nesse livro, o velho safado vai tentando se virar como pode na América, sem dinheiro, sem instrução e com péssimos hábitos, como beber muito, apostar em cavalos e se envolver em brigas. Bukowski traça um panorama dos Estados Unidos pós-depressão, durante a segunda guerra e mostra a luta para tentar ser alguém e não desistir de ser escritor, apanhando - e muito - da vida.

9. Carta a uma nação cristã
Autor: Sam Harris.

Um ataque aberto ao catolicismo norte-americano e sua irracionalidade em abraçar teorias como, por exemplo, o criacionismo, segundo a qual o mundo só existiria há coisa de seis mil anos (1/3 da população daquele país acredita nisso, segundo o autor). Com uma boa dose de agressividade e argumentos bastante racionais, o autor critica o catolicismo e mostra sua impossibilidade, derrubando os dogmas e mostrando como as respostas que a ciência dá são bem, bem melhores.

10. Pantaleão e as visitadoras.
Autor: Mário Vargas Llosa.

Meu primeiro contato com o autor. O livro é hilário. O exército peruano, tendo problema com a agressividade e os estupros cometidos por seus guardas de fronteira, que passavam meses privados de companhias femininas, cria o serviço de visitadoras para acalmar os soldados. Não contava, porém, que o responsável pelo serviço (secretíssimo), fosse levá-lo a sério a ponto de transformá-lo numa indústria altamente eficiente, levando ira a mulheres e à igreja na amazonia peruana. Me parece uma boa também para conhecer Vargas Llosa.

11. O livro dos seres imaginários.
Autor: Jorge Luis Borges.

Do maior poeta argentino, o livro traz uma coletânea dos seres imaginários, trazida dos bestiários medievais, livros de histórias e das crenças de diversos povos. Livro bastante interessante, cultural e ótimo para passar o tempo.

12. O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio.
Autor: Charles bukowski.

O diário do autor nos anos que antecederam a sua morte. Mais interessante para quem, como eu, é fã de Bukowski e de seu senso de humor ácido.

13. Quebrando a banca.
Autor: Ben Mezrich

O livro conta aquele história que ficou famosa esse ano no cinema: alguns jovens gênios do MIT ganham milhões, conhecem coelhinhas da playboy e vivem como reis vencendo os cassinos nas mesas de 21, utilizando-se de seus dotes mentais para contar cartas e faturar alto, muito alto. Os cassinos, obviamente, não iam deixar isso barato. Com ares ora de narrativa, ora de thriller, o livro é ótimo para passar o tempo e mais interessante ainda porque a história, de fato, aconteceu.

14. A insustentável leveza do ser.
Autor: Milan Kundera.

Para alguém que, em geral, é considerado um leitor assíduo, demorei demais para ler esse livro. Personagens marcantes e inesquecíveis, história bela, da qual não se consegue desgrudar. Um país arrasado, almas arrasadas e temas como a leveza do ser, o peso. Imensos questionamentos existenciais e diversas visões sobre o amor. Kundera, a partir da invasão russa a Praga, traz uma história dessas inesquecíveis, de uma sensibilidade sem tamanho. Livro para se chorar muito, com o final mais bonito que eu já li.

15. Franny & Zooey.
Autor: J.D. Salinger

A maior parte dos livros do recluso Salinger, autor do retumbante sucesso "O apanhador no Campo de Centeio", fala da família Glass. A família em questão é composta de pai, mãe, que eram artistas quando jovens e 7 filhos: Seymour - o mais velho e personagem mais intrigante, Buddy, que narra a história de Seymour e de seu casamento no livro "Carpinteiros - Levantem Bem Alto a Cumeeira", Boo Boo, a mais velha das mulheres, Walt e Waker, irmãos gêmeos e Franny e Zooey, os mais novos, personagens principais do livro.

Os irmãos mais novos da família glass sofreram influências marcantes dos irmãos mais velhos - Seymour e Buddy. No momento em que a história é contada, Seymour já se suicidou (a história do suicidio aparece no conto "um dia ideal para os peixes-banana, que faz parte da coletânea Nove Estórias, do mesmo autor), Franny vive uma fase de questionamentos religioso-existenciais e Zooey tenta viver e escapar às influências enormes dos irmãos mais velhos na formação de seu caráter. Um imenso diálogo entre Franny e Zooey que ajuda a conhecer mais os personagens da família Glass. Para ler por último, depois de ler todos os livros de Salinger. Bastante interessante, mas, ainda assim, foi o que eu menos gostei de todos, o que não é nenhum demérito - os outros livros são bons demais.



Leitura atual: O livro dos abraços.
Autor: Eduardo Galeano.

Autor que só conheci esse ano, quando minha namorada o apresentou, Galeado, supostamente, é famoso pelo livro "as veias abertas da américa latina". Em "o livro dos abraços", que estou lendo, pequenas histórias de uma ou duas páginas narram experiências do autor e, porque não, a própria vida. Destaque para a força do poema "os ninguéns".

That´s all Folks

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Interessante entrar no blog e ver a inatividade dele. Em coisa de um ano, cerca de 10 posts. Fiquei preguiçoso?

Algumas coisas que eu sei que aconteceram. Em primeiro lugar e, mais óbvio que tudo, a vida. Trabalhar, fazer pós-graduação, jogar tênis, namorar, estudar. Tudo isso rouba o tempo das postagens. Não é desculpa, é fato.

Estou ficando mais velho e, com isso, mais reservado. Parece um contra-senso dizer isso, tendo em vista que tenho orkut, blog e fotolog. Mas o fato é que o tom pessoal que eu já utilizei postando no blog, as fotos que eu tinha no meu perfil do orkut, o que eu dizia no danado do perfil, as coisas que eu postava no fotolog. Tudo isso meio que sumiu. Quando eu tenho algo pessoal a dizer, guardo para mim ou digo a alguém, próximo e no mundo real. Colocar na internet aos olhos do mundo já não me atrai tanto. Ainda mais quando se vive, como eu, numa profissão que vive de aparências.

Leituras. Tenho lido muito, o que, de certa forma, me daria assunto para escrever aqui, mas, por outro lado, tenho preferido passar o tempo lendo do que escrevendo. Nem a história de Noronha eu tenho parado para escrever, apesar do medo de esquecer tudo. Aqui, um pouco de mea culpa: ando preguiçoso para fazer coisas que eu gostava, como reviews de livros e filmes. É que hoje, também, sou autocrítico demais: odeio tudo que escrevo quando leio pela segunda vez.

Público. Cá entre nós, provavelmente isso aqui sou eu falando sozinho. A idéia de um blog é que alguém, efetivamente, leia. E eu não acredito muito que tenha gente lendo isso aqui. Não culpo ninguém: com a atual falta de conteúdo, ninguém tem motivo para entrar aqui mesmo.

Enfim, a entresafra está pesada, mas vou ver o que faço. E aguardem: em breve, a continuação da saga de Noronha.

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Domingo, Outubro 05, 2008

Parte 1

- Por quê o avião não pode sair na hora? Essa foi a indagação do senhor suíço sobre o fato de que o vôo atrasaria pelo menos uma hora. Não bastasse ter atrasado na partida, agora, novamente, precisaria enfrentar a tão conhecida pelos tupiniquins falta de infra-estrutura e o desrespeito generalizado ao consumidor de serviços aéreos em terras brasileiras. Era difícil para alguém oriundo de um país em que o trem sai às 17:23h em ponto compreender a razão pela qual o avião está, invariavelmente, atrasado. Não dei maiores explicações, me limitando a concordar com ele que, no que se refere a arrecadar impostos e taxas em geral, a máquina estatal é de uma eficiência fenomenal - e nunca, nunquinha mesmo, atrasa. Explicar toda a questão demandaria tempo e seria de uma complexidade que a enxaqueca que eu sentia no momento não me permitiria desvendar ao pobre homem que compartilhava comigo o minúsculo saguão do aeroporto.

O problema, na verdade, é que o senhor suíço, apesar de já haver visitado o Brasil anteriormente, era um principiante no que se refere ao funcionamento do país, ou, melhor dizendo, no que se refere ao próprio país. E, segundo li em algum lugar, o sábio Tom Jobim já avisara: "O Brasil não é para principiantes".

Toda essa questão do suíço (que, nem de longe, é o objeto de interesse da história) é apenas para ilustrar quão irônico é o começo dessa narrativa. Felizardo e Felizarda iriam, finalmente, fazer uma viagem com a qual havia muito sonhavam. Adiantaram o serviço, falaram com os respectivos chefes (o chefe legal dele e a *$%# da chefe dela) e encontraram a ocasião perfeita, enforcando uma sexta-feira (que Deus ou o Diabo a tenham) com um feriado que caiu na quinta. Tudo parecia, portanto, na mais perfeita ordem. Notaram o parecia? É que, agora, vamos entrar na parte irônica da coisa. O Brasil é, queiram ou não, sem jeito. Um verdadeiro caos esse que é - e, ao que parece, sempre será - o país do futuro. Futuro esse que, registre-se, nunca chega. Mas, disso, até o Herbert Viana já está careca de saber.

O que eu pergunto é: quem, em sã consciência, esperaria que, nesse tão atrasado Brasil, o avião sairia adiantado? Isso mesmo. A-D-I-A-N-T-A-D-O! O Brasil, terra adorada entre outras mil (nem no hino sabe contar: nem a fifa tem tantos países reconhecidos), pátria amada, madrasta nada gentil não tem limites quando se trata de foder seus filhos. No caso de Felizarda, quase teve que mudar seu nome para Tristonha. Depois de semanas de trabalho "corno style", que incluíram um carro batido por dormir no volante depois de trabalhar demais, horas a menos de sono, semanas de planos e expectativas, ela perdeu o vôo. Não porque houvesse chegado atrasada no aeroporto, mas, porque o avião, numa dessas coisas que só o Brasil faz por você, havia saído uma hora antes do previsto. Felizarda, ao contrário do senhor suíço, não era principiante em termos de Brasil. Mas o Brasil não brinca em serviço. Ele sempre dá um jeitinho de te foder.

Salingerismo

"Francamente, não sei o que aconteceu a todos os meus filhos... a todos vocês... - disse vagamente a Sra. glass, sem se voltar - . Parou diante de um dos toalheiros e endireitou uma toalha que Zooey para ali atirara enrodilhada. - Nos velhos tempos do rádio, quando vocês eram todos pequenos, vocês costumavam ser tão... tão vivos e feliz... um verdadeiro encanto. De manhã, à tarde e à noite - . Curvou-se e apanhou do chão de ladrilho o que parecia ser um longo e misteriosamente alourado cabelo humano. Fez um ligeiro desvio para largar o cabelo no cesto do lixo e continuou: - Não sei que vantagem há em saber tanto, serem todos tão espertos, se nada disso os faz felizes (...)


Franny e Zoeey me deu uma vontade sem tamanho de chorar.

Segunda-feira, Agosto 25, 2008

Para Mariana

O meu amor me dá uma paz
E eu lhe entrego minha alma
Ela me dá minha calma
Nem sabe o bem que me faz

Fica as vezes insegura
Mas não precisa, bobinha
Só quero a ti e és minha
Passada, presente e futura

Só ela cabe no meu ombro
É do tamanho do meu abraço
Amo-a tanto que me assombro
Ela é meu dia 29 de março

Me levanta se eu caio
E me escuta até de manhã
É minha amante, amiga, irmã
Ela: meu dia 15 de maio

Recife, 24 de agosto de 2008 (fim de semana em que ela voltou de floripa)

Sexta-feira, Agosto 15, 2008

Mãe diná

Um dia, meu pai foi comprar o jornal de domingo. Como estava bem humorado, resolveu brincar com o jornaleiro. Era sábado, mas, como é de conhecimento de todos, no sábado, fim da tarde, o jornal de domingo já está a disposição.

Meu pai indagou como poderia o jornal já ter as notícias do domingo. O jornaleiro, que, provavelmente, estava mais bem humorado do que ele, respondeu: É que eles têm um contrato com mãe diná.

Resultado: Tem sempre alguém mais engraçadinho que você.

Observação: A Revista Veja, por outro lado, tem contrato com Mãe Diná, Nostradamus e aquele Padre que já foi em uns 250 países. Afinal, a revista chega no domingo, mas com a data da quarta seguinte.